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Segunda-feira, 23 de Agosto de 2010
Hipnoterapia contra a dor

Entre várias as situações que a hipnoterapia pode ajudar a tratar, gostaria de saber se as lesões musculares podem ser ajudadas através deste método. Já fui operado várias vezes aos joelhos, pubalgias (inflamação nas articulações dos ossos ilíacos) e actualmente sofro de dores nos adutores (músculos das -coxas), o que me dificulta no dia-a-dia e no trabalho. Além disso, sofro de ansiedade e estados de depressão. Gostaria de saber se a hipnoterapia pode ajudar nestes caso. Como sou do Porto, gostava se há algum médico que aconselhe, assim como o preço médio de cada sessão.

 

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Publicado por Prof. Mário Simões às 17:58
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Segunda-feira, 17 de Setembro de 2007
Tristeza inexplicável

Tenho um amigo que anda deprimido e não sei como ajudá-lo. A vida nem lhe corre mal porque tem bons amigos, um óptimo emprego, casa própria, vai tendo namoradas, só que de vez em quando vai-se abaixo e fica triste sem conseguir apontar uma razão para que isso aconteça. Além do mais, ele ainda não se mentalizou que deveria consultar um psiquiatra. Já me questionei se essa depressão esporádica pode ter causas orgânicas. Não sei mais o que lhe dizer ou fazer. O que me aconselha?

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Publicado por Prof. Mário Simões às 14:57
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Sexta-feira, 10 de Agosto de 2007
Gerir a agressividade

Tenho cada vez menos paciência e, por vezes, dou por mim a ser agressiva. O meu ritmo de vida é bastante alucinante, ando sempre stressada e sob grande pressão a nível profissional. Tudo isto faz com que eu ferva em pouca água e que me tenha tornado uma pessoa insuportável mais vezes do que desejava. Como sou um pouco avessa à toma de fármacos (tranquilizantes e afins...), gostaria de saber se existe algum tipo de terapia para controlar a agressividade, em que consiste e de que forma me pode ajudar.

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Publicado por Prof. Mário Simões às 15:38
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Terça-feira, 7 de Agosto de 2007
Mãe deprimida
 

A minha irmã sofreu uma depressão pós-parto há cerca de dois anos e não voltou a ser a mesma pessoa. Por vezes, chora convulsivamente, diz que é infeliz e chegou a confessar-me que, embora se preocupe com o filho, já pensou em sair de casa e deixá-lo com o pai. Este tipo de comportamento é normal tendo em conta que já passaram dois anos desde que teve a depressão pós-parto? Que marcas pode deixar a depressão pós-parto? Haverá algum tipo de medicação ou psicoterapia que a possa ajudar?

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Publicado por Prof. Mário Simões às 11:28
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Terça-feira, 19 de Junho de 2007
Depressão genética
 

Soube há pouco tempo através da televisão que um estudo mostrou que a depressão e ansiedade podem ter causa genética e fiquei preocupada já que na minha família existem vários casos de depressão (por exemplo: a minha mãe). Estarei em risco de sofrer este problema? É possível prevenir o seu aparecimento? Como? Outra informação que disseram na televisão é que regra geral são as mulheres quem mais sofre de depressão e ansiedade. É verdade?

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Publicado por Prof. Mário Simões às 16:43
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Psiquiatra


Professor agregado de Psiquiatria e de Introdução às Ciências da Consciência da Faculdade de Medicina de Lisboa e director dos Cursos de Pós-Graduação de Hipnose em Clínica Médica e Terapia pela Reestruturação Vivencial e Cognitiva do Instituto de Formação Avançada da mesma faculdade, é também regente da cadeira de Psiquiatria e Saúde Mental do Curso de Mestrado de Ciências de Enfermagem do ICBAS no Porto e da cadeira de Psicopatologia Forense do Curso de Mestrado de Ciências Criminais e Comportamentos Desviantes da Universidade Lusófona, em Lisboa.
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